
Toda atividade do corpo humano é governada por sistemas elétricos fisiológicos que trabalham na faixa do pico, nano e microampère.
A estimulação com correntes em milampère, comumente usada na prática clínica, é antifisiológica, fornece energia em excesso, podendo causar lesões tissulares e comprometimento da circulação energética.
Técnicas de estimulação com intensidades em microampère, portanto mil vezes menores, são mais fisiológicas, subsensoriais, mais eficazes e de efeitos mais duradouros, obedecendo à regra de Arndt-Schultz, onde em fisiologia estímulos mais fracos produzem efeitos mais fortes.
Características do aparelho:
Acessórios:
Garantia: 1 ano
Indústria Brasileira
Reg. MS: 80005120005
Fabricante: VMV Biotherapy
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Simplificando as técnicas de estimulação com aparelho de microcorrentes Ryometer-RTS
Saiba mais sobre estimulação com microcorrentes e o aparelho Ryomter RTS:
O aparelho Ryometer RTS é um moderno equipamento de eletroestimulação que se utiliza de baixa corrente elétrica (intensidade em microamperes), normalmente conhecida como Microcorrentes.
Consiste na aplicação de quase imperceptível estimulação elétrica através de eletrodos fixados à pele do paciente.
Não é uma técnica invasiva e não apresenta efeitos colaterais indesejáveis. Não sendo porém recomendada a sua utilização por pessoas não qualificadas profissionalmente.
A microcorrente mostra-se eficiente no controle de inflamações (diminuição do inchaço), no relaxamento e na eliminação das dores musculares, no aumento da drenagem linfática e na aceleração da cicatrização.
A terapia por microcorrente é comumente denominada de MENS (microcurrent electrical neuromuscular stimulation). É uma corrente elétrica muito próxima do nível normal existente entre as células do corpo humano.
Este tipo de corrente é muito mais biologicamente compatível do que qualquer outra estimulação elétrica produzida por aparelhos normais de eletroestimulação por ter uma maior facilidade de penetração nas células, normalizando suas atividades, no caso da célula estar, por algum motivo, com suas funções comprometidas.
A adição de uma microcorrente externa incrementa a produção de ATP, a síntese de proteínas, a oxigenação, a troca de íons, a absorção de nutrientes e a eliminação de impurezas, neutralizando a oscilação de polaridade de uma célula deficiente, restabelecendo sua homeostase.
Teoria Geral
A microterapia celular (denominada MTC) tem sido testada e avaliada durante muitos anos por pesquisadores e por clínicos das mais diversas áreas das Ciências da Saúde. Tem havido concordância entre esses pesquisadores com relação aos resultados
obtidos.
Os doutores Joseph M. Mercola e Daniel L. Kirsch, Ph.D (1995), apresentaram estudo denominado Terapia Elétrica por Microcorrentes, no qual utilizaram pulso elétrico retangular, de baixa intensidade e baixa
freqüência.
Com o crescimento da tecnologia, abriram novos horizontes para a eletroterapia, ocorrendo o surgimento de novas correntes terapêuticas, que não só reduzem os sintomas, mas também promovem mudanças na histofisiologia dos tecidos provocando uma aceleração no processo curativo.
Nos últimos anos uma nova modalidade eletroterapêutica vem sendo muito estudada e discutida entre pesquisadores da área da saúde. Consiste na utilização de corrente elétrica de muito baixa intensidade, ficando abaixo dos 1000 microamperes, sendo assim sub-sensoriais.
A partir de 1982, graças a pesquisas do Dr. Cheng, ficou elucidado o mecanismo de ação das microcorrentes. Cheng demonstrou o aumento da concentração de ATP, geração da síntese de proteína, transporte na membrana e outros efeitos a nível intracelular, decorrentes da aplicação de microcorrente.
A adenosina trifosfato ou simplesmente ATP, é um nucleotídeo responsável pelo armazenamento de energia em suas ligações químicas nas células.
As células obtêm energia livre em uma forma química pelo catabolismo de moléculas nutrientes e emprega esta energia para sintetizar ATP a partir de ADP e Pi.O ATP transfere, então, parte da sua energia química para os processos endergônicos, como a síntese de intermediários metabólicos e de macromoléculas a partir de precursores menores, para o transporte de substâncias através de membranas e contra gradientes de concentração e para a realização de trabalho mecânico.
Esta transferência de energia pelo ATP envolve, em geral, a participação do ATP na reação que recebe a energia, resultando na conversão do ATP em ADP e Pi. Desta forma, o ATP funciona como transportador de energia dos processos liberadores dela para as atividades celulares básicas que requerem energia.
Estudos demonstraram que a utilização de estimulação por microcorrentes tem os seguintes efeitos:
