Ryometer RTS - Microcorrente

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Por: R$1.380,00

Descrição

             

Toda atividade do corpo humano é governada por sistemas elétricos fisiológicos que trabalham na faixa do pico, nano e microampère.

A estimulação com correntes em milampère, comumente usada na prática clínica, é antifisiológica, fornece energia em excesso, podendo causar lesões tissulares e comprometimento da circulação energética. 

Técnicas de estimulação com intensidades em microampère, portanto mil vezes menores, são mais fisiológicas, subsensoriais, mais eficazes e de efeitos mais duradouros, obedecendo à regra de Arndt-Schultz, onde em fisiologia estímulos mais fracos produzem efeitos mais fortes.





Características do aparelho:

  • Localizador de pontos de acupuntura de alta precisão, com medições entre 0 a 200 microamperes.
  • Freqüências de estimulação entre 0,5HZ a 160 Hz, incluído freqüências de Nogier.
  • Tempos de estimulação entre 10 segundos a 60 minutos.
  • Tipos de ondas quadrada, mono e bi-polar simétrica e assimétrica.
  • Intensidade de estimulação entre 10 a 600 microamperes, com corrente controlada eletronicamente.
  • Tensão de alimentação entre 100 a 230 Volts CA.
     

Acessórios:

  • 1 jogo de cabos (1 vermelho e 1 preto) com 1 clip
  • 1 jogo de cabos (1 vermelho e 1 preto) com 2 clips
  • 1 jogo de cabos (1 vermelho e 1 preto) com 4 clips
  • 1 jogo de cabos (1 vermelho e 1 preto) com eletrodo estimulador (para uso com cotonetes)
  • 1 jogo de cabo (vermelho e preto) localizador de pontos
  • 10 eletrodos
  • 1 gel eletrocondutor (300 g)
  •  Bolsa de transporte



Garantia: 1 ano

Indústria Brasileira
Reg. MS: 80005120005

Fabricante: VMV Biotherapy


Clique aqui e veja o texto:
Simplificando as técnicas de estimulação com aparelho de microcorrentes Ryometer-RTS



Saiba mais sobre estimulação com microcorrentes e o aparelho Ryomter RTS:

O aparelho Ryometer RTS é um moderno equipamento de  eletroestimulação  que  se  utiliza  de  baixa  corrente elétrica  (intensidade  em  microamperes),  normalmente conhecida como Microcorrentes.

Consiste na aplicação de quase imperceptível estimulação  elétrica através de eletrodos fixados à pele do paciente.

Não é uma técnica invasiva e não apresenta efeitos colaterais indesejáveis. Não sendo porém recomendada a sua utilização por pessoas não qualificadas profissionalmente.

A microcorrente mostra-se eficiente no controle de inflamações (diminuição do inchaço), no relaxamento e na eliminação das dores musculares, no aumento da drenagem linfática e na aceleração da cicatrização.

A  terapia  por  microcorrente  é  comumente denominada  de  MENS  (microcurrent  electrical neuromuscular  stimulation).  É  uma  corrente  elétrica muito próxima do nível normal existente entre as células do corpo humano.

Este  tipo  de  corrente  é  muito  mais  biologicamente compatível  do  que  qualquer  outra  estimulação  elétrica produzida  por  aparelhos  normais  de  eletroestimulação por ter uma maior facilidade de penetração nas células, normalizando  suas  atividades,  no  caso  da  célula estar, por algum motivo, com suas funções comprometidas.

A adição de uma microcorrente externa incrementa a produção de ATP, a síntese de proteínas, a oxigenação, a troca de íons, a absorção de nutrientes e a eliminação de impurezas, neutralizando a oscilação de polaridade de uma célula deficiente, restabelecendo sua homeostase.

Teoria  Geral

A  microterapia  celular  (denominada  MTC)  tem sido  testada  e  avaliada  durante  muitos  anos  por pesquisadores  e  por  clínicos  das  mais  diversas  áreas das  Ciências  da  Saúde.  Tem  havido  concordância entre  esses pesquisadores  com relação  aos resultados
obtidos.

Os doutores Joseph M. Mercola e Daniel L. Kirsch, Ph.D  (1995),  apresentaram  estudo  denominado Terapia Elétrica por Microcorrentes, no qual utilizaram pulso elétrico retangular, de baixa intensidade e baixa
freqüência.

Com  o  crescimento  da  tecnologia,  abriram  novos horizontes para a eletroterapia, ocorrendo o surgimento de  novas  correntes  terapêuticas,  que  não  só  reduzem os  sintomas,  mas  também  promovem  mudanças  na histofisiologia  dos  tecidos  provocando  uma  aceleração no processo curativo.

Nos últimos anos uma nova modalidade eletroterapêutica vem sendo muito estudada e discutida entre pesquisadores da área da saúde. Consiste na utilização de corrente elétrica de muito baixa intensidade, ficando abaixo dos 1000 microamperes, sendo assim sub-sensoriais.
 
A partir de 1982, graças  a pesquisas do Dr. Cheng, ficou elucidado o mecanismo de ação das microcorrentes.  Cheng  demonstrou  o  aumento  da  concentração de  ATP,  geração  da  síntese  de  proteína,  transporte  na membrana e outros efeitos a nível intracelular, decorrentes da aplicação de microcorrente.

A  adenosina  trifosfato  ou  simplesmente  ATP,  é um nucleotídeo responsável pelo armazenamento  de energia em suas ligações químicas nas células.

As  células  obtêm  energia  livre  em  uma  forma química  pelo  catabolismo  de  moléculas  nutrientes e  emprega  esta  energia  para  sintetizar ATP  a  partir de  ADP  e  Pi.O  ATP  transfere,  então,  parte  da    sua energia  química  para  os  processos  endergônicos, como  a  síntese  de  intermediários  metabólicos  e  de macromoléculas a partir de precursores menores, para o transporte de  substâncias através de membranas e contra gradientes de concentração e para a realização de  trabalho  mecânico.

Esta  transferência de energia pelo ATP envolve, em geral, a participação do ATP na reação que recebe a energia, resultando na conversão do ATP  em  ADP  e  Pi.  Desta  forma,  o ATP  funciona como  transportador  de  energia  dos  processos liberadores  dela  para as atividades celulares  básicas que requerem energia.

Estudos  demonstraram  que  a  utilização  de estimulação  por  microcorrentes  tem  os  seguintes efeitos:

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